Gestalt


Gestalt é o conjunto de entidades físicas, biológicas, fisiológicas ou simbólicas que juntas formam um conceito, padrão ou configuração unificado que é maior que a soma de suas partes. Simplificando, o princípio básico da teoria gestaltista é que o inteiro é interpretado de maneira diferente que a soma de suas partes.

 

Aprofundando o conceito de GESTALT

Em um conhecido soneto, o poeta barroco Gregório de Matos afirma que

O todo sem a parte não é todo,
A parte sem o todo não é parte,
Mas se a parte o faz todo, sendo parte,
Não se diga que é parte, sendo todo.

Teorizando (e deleitando-se) com o típico jogo de ideias da estética barroca, o poeta baiano postula que o todo depende das suas diversas partes, enquanto cada parte, já que necessária para a constituição do todo, é, individualmente, um todo. Num raciocínio cerrado, o texto atrela o todo às partes e sugere a possibilidade do conhecimento do todo pelas suas partes. Estamos em pleno século XVII, a Escolástica foi reativada, Deus é a Razão explicativa de todas as coisas, a totalidade do mundo. E quem colocar o dogma em questão pode virar petisco na fogueira da Inquisição. Freud, a Psicologia e as divergências entre tantas teorias ainda não haviam surgido.

O pensamento tradicional baseava-se na tese de que a Psicologia teria por objeto a identificação de todos os tipos de sensações e sua descrição para, a partir daí, explicar como se organizam os complexos que formam os fenômenos psicológicos. A tese mais aceita era a de que as associações se estabeleciam por contiguidade das sensações e se reforçariam pelas repetições.
Essa doutrina, no entanto, começou a ser contestada quanto à sua exatidão. Foi nesse contexto que, por volta de 1890, em um estudo pioneiro do psicólogo austríaco Christian von Ehrenfels, surgiu a teoria da GESTALT, que reagia contra o elementarismo associacionista dos filósosfos empíricos Locke, Berckeley e Hume.

GESTALT é um termo de origem alemã, sem correspondência exata em Português, formado a partir do substantivo feminino gestalt, que significa, etimologicamente, “figura (humana), forma, configuração”. Encerra o sentido do que se dá ao olhar, aquilo que é colocado diante dos olhos, “uma entidade concreta e individual que existe como algo destacado e que tem uma forma ou configuração como um de seus atributos”.

Ehrenfels demonstrou, por meio de seus estudos, que uma forma é mais que a mera soma de suas partes.
Ou seja, a soma de A com B não resulta em A+B, mas sim em C, que é algo mais que a somatória das duas partes.
Desse modo, memória, percepção, inteligência e emoções passaram a ser compreendidas e explicadas pelo princípio da forma, estruturada a partir de sete princípios fundamentais:

1. pregnância: o mais geral dos princípios, afirma que a organização psicológica tenderá a ser sempre a melhor possível do ponto de vista estrutural;

2. continuidade: a tendência dos elementos de acompanharem outros, de modo a permitirem a continuidade de uma linha ou movimento, no sentido de se alcançar a melhor forma possível;

3. simetria: agrupamentos simétricos facilitam, em geral, a percepção;

4. fechamento: a tendência das formas imperfeitas a se “fecharem” a fim de alcançar uma estabilidade maior;

5. destino comum: a seleção ou agrupamento de elementos que se movem numa direção comum;

6. proximidade: os elementos em condições iguais ou que recebem estímulos comuns apresentarão uma tendência maior a se agruparem; e

7. semelhança: os elementos que, em condições iguais, apresentam tendência a se agruparem.

 

Com largo emprego na Psicologia, a gestalt está presente no trabalho de inúmeros artistas (o pintor espanhol Salvador Dali e o artista plástico alemão Escher estão entre os mais conhecidos). Não é, no entanto, um método ou uma teoria restrita a profissionais. Nós a empregamos em nosso dia a dia o tempo todo, até de modo inconsciente, pois precisamos preencher os “vazios” da percepção. Se vemos, por exemplo, dois pontos ou duas extremidades de uma rua, nosso inconsciente automaticamente tenta estabelecer uma ligação entre esses dois extremos.

Em essência, a gestalt problematiza a nossa capacidade de conhecimento das coisas.

Se A+B não resulta propriamente na soma dessas duas partes, mas sim em algo diferente, um C que não é A+B, mas não deixa de ser A+B, podemos dizer que tudo o que conhecemos do mundo é apenas uma tentativa de conhecimento ou de totalização das coisas, um saber precário, inconcluso, suspenso, mas que ao mesmo tempo projeta outras percepções, alargando nossa “visão” das coisas, dos seres e da realidade que nos circunda.

Um exemplo é o quadro Espanha, de Salvador Dali, pintado entre 1936 e 1938. O tema óbvio é a Guerra Civil Espanhola. Mas, como Dali a evoca?

 

 

Em primeiro plano, por meio de uma mulher de expressão triste com o cotovelo direito apoiado em um móvel. Essa imagem, em termos extremamente simplificados, constitui, podemos dizer, o todo. Com um pouco de atenção, percebemos que o móvel não é um móvel comum. Parece mais um pedaço de um móvel (de um balcão, de um aparador, de um armário). O lado direito está “comido”, lacerado, fragmentado. A fratura “desliza” (continuidade, segundo a gestalt) para a perna e o pé da mulher, que parecem igualmente feridos. Da única gaveta do móvel escorre um pedaço de carne (imagem forte, num contexto de guerra). Ao mesmo tempo, lembramos que as gavetas, referência constante na obra de Dali, são um símbolo do subconsciente e do inconsciente. E aí temos infinitas sugestões sobre o instinto de destruição e morte. Lembramos também que o pintor espanhol reafirmou, ao longo de toda sua vida, que a maior influência em sua obra sempre foi o livro A Interpretação dos Sonhos, de Freud.

No centro do quadro percebemos, a princípio, os seios da mulher. Aproximando-nos mais, constatamos que os bicos dos seios são, ao mesmo tempo, as cabeças de dois combatentes em plena batalha. Do corpo do homem da esquerda desprende-se (outra vez a continuidade) uma mulher em fuga com a mão levantada (expressão do horror), delimitando um lado do braço da mulher do plano maior do quadro e dialogando (como se diz na linguagem pictórica) com a mãe que delimita o outro lado do braço. A mãe, por sua vez, se coloca como um escudo à frente dos guerreiros, enquanto o pai, logo atrás, protege o filho.

Na extrema direita, ao centro, há uma fera de constituição indefinida (continuidade e simultaneísmo) – o corpo de um leão? uma gigantesca cauda de rato? cabeça afilada com juba? – contemplando, entre ossos, a carnificina humana. A fera, os guerreiros, cujas cabeças avermelhadas (em alusão ao sangue – continuidade outra vez), a carne pendendo da gaveta (ou da maldade que mora no coração humano) contrastam com a delicadeza do braço pousado sobre o móvel. Braço ou prótese? metade braço metade prótese? prótese de dedos? (diluição – continuidade entre a matéria viva e a matéria morta). O contraste se opera também entre a suavidade da dobra do joelho direito e o aspecto retorcido da musculatura do pé. Aliás, o pé pisoteia o título do quadro, Espanha.

No alto da figura, a cabeça inclina-se para a esquerda. O rosto é pura dor e melancolia, pela família (pintada à altura dos seios – e do coração – e pela Espanha). Agora percebemos que enquanto a mãe tenta proteger o filho e o marido do ataque dos guerreiros, o esposo dirige uma súplica maior à mulher em primeiro plano (ou à Espanha). O rosto dessa Mulher-Espanha é desenhado por outra batalha: um cavaleiro quase no ar enfrenta a força descomunal de outro soldado.

No plano ligeiramente inferior, a luta de quatro outros combatentes compõe o queixo, a boca e as narinas. E a carne exposta de um combatente, provavelmente ferido de morte, desenha os lábios da Mulher-País sob as garras do ditador. Um pouco de conhecimento da história da pintura nos informa (agora uma continuidade temporal) que as cenas de guerra são, na verdade, uma apropriação de grupos de guerreiros renascentistas, os condottieri, inspirados em desenhos de Leonardo da Vinci. Enquanto isso, nas duas laterais do rosto de Espanha espalham-se outros lutadores (lado direito) e outra mulher-testemunha (lado esquerdo). São outras continuidades mostrando a guerra que se alastra por todas as províncias do país.

Ao fundo, no alto, erguem-se construções-ruínas em estilo moçárabe, até os confins das aldeias e das montanhas ao longe. O azul do horizonte sugere, como em todas as guerras, a tão esperada paz. Mas ela é incerta, como nos lembra o toldo em cinza escuro pairando sobre a suavidade do horizonte. E o olhar choca-se então com o verde tingido de marrom e preto do plano maior da tela. O olhar, acompanhando o movimento da Mulher-Vítima-Testemunha-da-Guerra escorre pela tela, pelos verdes, marrons, sombras, até o negro-sombra que arrasta a carne dilacerada, o móvel fragmentado (metonímia da destruição), o pé retorcido e indignado e o espectador para o canto esquerdo inferior da tela. E mergulhamos na negritude absoluta. Enquanto isso, o azul do céu canta. E o olhar, tal qual as vítimas e os sobreviventes da guerra, não encontra abrigo em nenhum lugar, oscilando permanentemente de um plano para outro. É um quadro concebido rigorosamente segundo a perspectiva renascentista, mas que desafia a cada segundo o ponto de fuga.

Qual o significado dessa tela? As mulheres (A), os combatentes (B) seriam mulheres e combatentes (A+B)? Sim. Mas essa conclusão seria reducionista demais. Então é a guerra (C)? Sim. Mas também seria pouco. É a guerra, é a Espanha (nos anos 30 e hoje, quando movimentos neofranquistas ressurgem no país), são os mortos anônimos e célebres, é, então Federico Garcia Lorca e sua poesia e os poemas que não foram escritos depois do seu fuzilamento, a dor (indizível em palavras), as teorias freudianas, o diálogo com a violência que atravessa os tempos (Renascimento, Guerra Civil, hoje), a metalinguagem (a releitura dos trabalhos de da Vinci e a apropriação do conceito de perspectiva), a revolução estética das vanguardas… E isso para ficarmos apenas em algumas das inumeráveis ressonâncias e desdobramentos provocados por essa tela.

Parênteses: Espanha encontra-se no Museum Boymans-van Beuningen, em Roterdã, na Holanda.
Sobre a Guerra Civil Espanhola existem dois documentários:
La Maleta Mexicana (The Mexican Suitcase), de Trisha Ziff (disponível em dvd na Espanha);
Los Caminos de la Memoria (Paths of Memory), extraordinário filme de José-Luis Peñafuerte, que realiza uma estarrecedora análise do ressurgimento do franquismo na Espanha de hoje (2010); não lançado em dvd em nenhum país (resta a possibilidade de ser procurado na internet).

Voltando à GESTALT, entre suas inumeráveis manifestações, consideremos a linguagem escrita, que é uma tentativa de representação visual do concreto e do abstrato. As letras (chamadas tecnicamente de signos), seus desenhos e sons constituem os significantes, a materialidade da linguagem escrita. Essa, por sua vez, evoca os seres, objetos e demais categorias abstratas que compõem a realidade que nos rodeia. Os significantes, ao evocarem os seres e coisas, remetem aos seus significados. E aí entra a gestalt ou teoria da forma.

Exemplo: ao escrevermos as cinco letras ou signos c – h – u – v – a elas são capazes de evocar o fenômeno atmosférico que, no nível mais elementar, corresponde à água que cai das nuvens em forma de gotas. Para um meteorologista, no entanto, essa explicação é insuficiente. E ele pensará na umidade da superfície da Terra que sobe na forma de evaporação, na mistura da umidade com outros gases etc. etc.

Nove de cada dez músicas populares costumam associar a chuva à solidão ou à melancolia:

Chove lá fora, faz tanto frio
Me dá vontade de saber onde está você
Me telefona, me chama, me chama
Nem sempre se vê lágrima no escuro…, diz o hit de Lobão.

Fernando Pessoa, em Chuva oblíqua, diz que a chuva cai numa “horizontalidade vertical” atravessando “o sonho dum porto infinito”, enquanto ao canto do papel erguem-se as pirâmides do Egito e o bico da pena é o perfil do rei Quéops!

Gabriel García Márquez comenta, em alguma passagem de sua autobiografia Viver para Contar, que na Colômbia existem cerca de doze termos diferentes para nomear a chuva (de acordo com sua intensidade, a ocorrência, o local, a duração). No seu texto “Algo mais sobre literatura e realidade”, discorre sobre os diferentes significados da palavra rio, mostrando que um europeu imagina um rio como algo tão grande como o Danúbio (com cerca de 2.800 km de extensão), mas terá dificuldade em imaginar o Amazonas (com mais de 5.500 km e, em alguns pontos, com largura maior que a do Mar Báltico), a menos que alguém o descreva para ele.

Uma criança pensa a chuva como gotas vindas do céu e um rio como uma extensão de água.

Um meteorologista considera a chuva em termos científicos.

Um artista contempla a chuva ou a imagina associando-a a sentimentos e estados de alma.

Mas, se o meteorologista for um bom leitor de poesia e romances, é bem provável que tenha um gosto musical apurado. E então a chuva não será mais apenas um jogo de camadas quentes e frias de ar. Por outro lado, se o poeta for um escritor voltado para uma “poesia mineral, das coisas”, como João Cabral de Melo Neto ou Marianne Moore, então a chuva vai molhar mesmo, deixando os coitados dos significantes desamparados, ou talvez, como diz outra canção, nus com as mãos nos bolsos. E os cinco significantes (c-h-u-v-a), no seu isolamento visual e sonoro, já pouco dirão sobre o significado da chuva.

Chuva? Ai, ai, ai… molhou mais ainda. Porque agora chegou o Gilberto Gil e ele não diz chuva, diz uma série de palavras (novos significantes), faz uma homenagem à chuva, como se ela fosse a diva de uma ópera, cerca-a de designações que evocam a chuva (o que os estilistas nomeiam com uma figura de linguagem de nome esdrúxulo – perífrase, do grego, ao redor de – e que nada tem a ver com a beleza e a música da chuva caindo). Pois é, o Gil diz:

Senhora dona das nuvens,
Senhora das nuvens de chumbo
Tempo bom, tempo ruim.

E assim por diante. Quanto mais adentramos nos significados, mais relações estabelecemos entre os seres e objetos, mais teorias elaboramos e menos os significantes parecem dizer. O que não significa (com perdão pelo trocadilho) que eles sejam dispensáveis.
O que colocaríamos em seu lugar? A brincadeira filosófica (gestalt) pode se estender ao infinito.

Os inuitis (esquimós) têm mais de cinquenta palavras para nomear o gelo (de acordo com o tamanho e a espessura das geleiras, a tonalidade do branco, a ductibilidade, o seu tempo de formação ou derretimento…). E o que seria o termo vegetação ou o coletivo bichos para um índio do Amazonas que de repente aterrisasse na Islândia, onde não há répteis e apenas meia dúzia de árvores crescem em sua paisagem de aspecto lunar?

Muito papel já foi gasto por filósofos e psicólogos para teorizar sobre a gestalt. A síntese maior, talvez, tenha sido elaborada por Fernando Pessoa em um de seus poemas mais conhecidos.

Autopsicografia

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que leem o que escreve,
Na dor lida sentem bem ,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.

Fernando Pessoa, Obras Completas

Se a gestalt problematiza a insuficiência da soma das partes e a linguagem escrita (a mais elaborada forma de comunicação conhecida) é igualmente insuficiente para expressar a complexidade, pluralidade e matizes dos conteúdos, Pessoa leva a questão ainda mais longe. A dor lida (o texto, a linguagem) não é, pois, nem a dor do poeta (quem escreve), nem a do leitor (quem lê). É uma terceira dor, isto é, a soma das duas dores do poeta (a experiência real vivida por ele mais a imaginada, a dor artística transposta para o texto) mais a dor do leitor (a experiência de vida do leitor, a qual implica, por sua vez, suas experiências reais, imaginárias e estéticas).

O leitor, ao entrar no texto, sente, assim, não as duas dores do poeta (o leitor é outro ser), nem a dor dele, leitor; sente uma terceira dor (somatória da dores real e transfigurada – ou imaginária – do poeta) mais a dor dele leitor (isto é, suas experiências). O significado do poema (ou de qualquer obra de arte) se inscreve num espaço imaginário por onde deslizam (continuidade gestaltiana) e se friccionam as experiências reais, imaginárias e transfiguradas do escritor e do seu leitor. Em termos matemáticos, temos algo como três equações sobrepostas:

Primeira equação: a do poeta, em que A é o conjunto das experiências reais vividas pelo autor; B é a imaginação artística e C o resultado do cruzamento dessas duas coordenadas:
A+B =C , sendo que C não é a vida real do autor nem a invenção artística, e sim a sua verdade artística, que extrapola o plano da experiência real e do processo criador, pois os seus significados dependerão dos leitores.

Segunda equação: a do leitor, em que A constitui o rol das experiências vividas por ele (do dia a dia, dos seus sonhos, dúvidas, imaginário, negações, conhecimento, ignorância, preconceitos, refinamento, cultura letrada, conhecimento de outras obras etc.) e C é o resultado desse choque entre os dois universos (do poeta e do leitor):
A+B=C, sendo que C não é mais apenas as experiências reais e imaginárias do leitor mas a somatória destas com o significado do texto lido.

Terceira equação: as experiências do homem-poeta (A) somam-se às do homem-leitor (B) para criar o(s) significado(s) novos do texto agora LIDO (C), extrapolando tudo o que o poeta e o leitor viveram e imaginaram. As experiências passaram a existir e a significar pela LINGUAGEM, apesar da sua intrínseca insuficiência.

Operou-se, como diz o poeta e ensaísta argentino Jorge Luis Borges, o “momento mágico” em que o livro (texto) encontrou o seu leitor. Tudo acontecendo na tênue linha entre o real e o abstrato, o objeto concreto e a sua evocação, a materialidade e a linguagem. Tenuidade, fragilidade e precariedade, categorias indefinidas, ou, quem sabe, outras formas de se nomear o tempo cósmico entre o qual os seres e as coisas deslizam (continuam).

A gestalt tenta preencher esses vazios. E talvez a tão desejada plenitude a que aspiramos seja um sonho impossível e só nos reste, gestalticamente, as tentativas de atingi-la. Mas quem há de negar a graça que há no passeio e no bailado da aranha por sobre sua tênue teia?

Para ler outros textos do Prof. Veronese, digite o nome dos post abaixo seguidos de blog CPV ou Dicas Culturais do Verô:

ARTES PLÁSTICAS
1.  NIEMEYER: O TEMPO DESBASTADO.
2. RENASCIMENTO: EXPOSIÇÃO E CINEMA
3. GSTALT
4. EXPOSIÇÃO DORIS SALCEDO
5. MASP: EXPOSIÇÃO DE UM ÚNICO QUADRO
6. TRIGÉSIMA BIENAL
7. EXPOSIÇÃO ANA MARIA PACHECO

LIVROS
1. SUGESTÕES DE LEITURA: 500 LIVROS INTERESSANTES
2. CINCO OBRAS-PRIMAS DA PROSA BRASILEIRA
3. A MONTANHA MÁGICA
4. SÉRGIO VIEIRA DE MELLO – 10 ANOS DEPOIS
5. ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO, TOM ZÉ E A FGV
6. OS 90 ANOS DE LYGIA FAGUNDES TELLES
7. ATUALIDADE DE MACHADO DE ASSIS
8. AS VOZES EM MEIO AO DESERTO DA CULTURA BRASILEIRA
9. ROMANCE DE FORMAÇÃO
10. A OBSCENA SENHORA D
11. CABRA MARCADO PARA OUVIR
12. É TUDO VERDADE 2013 (no final desse post há um texto sobre Graciliano Ramos)

FILMES
1. CAVERNA DOS SONHOS ESQUECIDOS
2. A IMAGEM QUE FALTA
3. QUATRO FILMES INTELIGENTES SEM RESPOSTA
4. A COMPLEXA REALIDADE DO MUNDO ÁRABE EM DOIS GRANDES DOCUMENTÁRIOS
5. MARGARET MEE E A FLOR DA LUA
6. DOCUMENTÁRIO SOBRE A INDÚSTRIA DO CARVÃO
7. MAIS QUE MEL
8. PRIMO DE SEGUNDO GRAU
9. JONAS MEKAS E A REALIDADE EM IMAGENS
10. NASCIDO NA URSS
11. DOIS DOCUMENTÁRIOS AFRICANOS: A COPA DO MUNDO E O LOBOLO
12. ECOFALANTE: FESTIVAL DE CINEMA AMBIENTAL
13. O DIA QUE DUROU 21 ANOS
14. TRÊS DOCUMENTÁRIOS SOBRE O BRASIL DO SÉCULO XXI – A ECONOMIA, A CASA E O SERTÃO
15. DOSSIÊ JANGO
16. O SOM AO REDOR
17. IX SEMANA VENEZIA CINEMA DE SÃO PAULO
18. UM EPISÓDIO NA VIDA DE UM CATADOR DE FERRO-VELHO

Professor Verô.

1 comment

Add yours
  1. 1
    Mariana

    Olá!
    Estou fazendo um trabalho da faculdade (Administração, modalidade EAD) sobre Gestalt e gostei muito do seu artigo. Está bem explicado e a imagem exposta é ótima!!
    A proposta do meu trabalho era mostrar uma imagem com mais de uma percepção para 10 pessoas e perguntar o que elas estavam vendo. No geral, todas viram a mulher nua, mas achei interessantíssimo o que cada um descreveu sobre o quadro de Dali, algumas até filosofaram! Mas tenho que comentar cada resposta que recebi e estou me achando incapaz de fazer isso por falta de formação no assunto (não sou psicóloga!!!).
    Você poderia me sugerir como fazer isso de uma forma simples?

    Abraços.

Leave a Reply to Mariana Cancel reply