FGV-Adm: o que esperar da Redação

FGV-Adm: o que esperar da Redação


Nos últimos anos, a redação tem sido decisiva para a aprovação dos alunos. Esse ano, mesmo com o novo modelo de segunda fase – composto de carta de motivação, texto de interpretação do Brasil contemporâneo e entrevista oral – não deve ser diferente. Isso porque a redação equivale a 21% da nota final de classificação, pouco menos que os 30% da nota da segunda fase.

A prova da FGV pede um texto dissertativo argumentativo com entre 20 e 30 linhas escritas. Para isso, traz um ou dois trechos motivadores, exigindo que o candidato tenha uma boa habilidade em leitura e em interpretação comparativa para responder às questões propostas ao longo da redação.

O texto será avaliado em três critérios. Na correção, a banca irá analisar compreensão do tema e estrutura, articulação e argumentação e correção gramatical e adequação do vocabulário. As redações que não apresentarem o gênero dissertativo-argumentativo em prosa, não respeitarem o limite de linhas, não forem escritas a caneta e estiverem com letra ilegível terão nota zero.

Quanto aos temas, nos últimos semestres a FGV tem trazido tanto propostas sociais quanto econômicas. Nesse sentido, temas relacionados à atual crise econômica, como desemprego e aumento das desigualdades sociais, podem ser explorados. “Mas a faculdade também pode optar por dar continuidade à linha de assunto tratado na dissertação IBC, enviada na finalização do processo de inscrição, e adotar propostas referentes à intolerância, ao preconceito ou mesmo à internet”, diz Cristiane Florêncio, professora de redação do CPV.

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