FGV 2017/2: veja como foi a prova discursiva de Administração de Empresas


Os candidatos a Administração de Empresas na Fundação Getulio Vargas tiveram uma manhã difícil, principalmente ao se depararem com uma prova de Matemática Aplicada que apresentou o maior grau de dificuldade já na questão 1 B. Para o professor Nélio Kikuchi, o exame trouxe assuntos que saem do padrão do vestibular da instituição. “As perguntas 1 e 6 foram bastante complicadas; quando a proposta pede demonstração, o aluno costuma se perder”, diz. O professor ressalta que os alunos que seguiram as orientações dadas em sala de aula do CPV e deixaram o item mais difícil para o final conseguiram um tempo precioso para resolver perguntas menos exigentes. “O aluno que se preparou tem condições de resolver de 70% a 80% da prova tranquilamente”, completa.

Já a Redação pedia a resposta para uma pergunta simples: “vivemos na era da pós-verdade?”. Para a professora Cristiane Florêncio, o erro mais fácil de ser cometido é o de confundir o conceito de pós-verdade com o de mentira. Ainda de acordo com ela, o aluno que escolhesse dissertar uma resposta negativa teria dificuldade maior em evoluir no texto. “Para sorte dos alunos do CPV, nós trabalhamos o conceito em duas ocasiões diferentes: a primeira, no início do semestre, discutindo o conceito de verdade; a outra, mais para o final do curso, tratando da pós-verdade propriamente dita”, comemora.

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